O Ministério Público de Santa Catarina solicitou a exumação do corpo do cão Orelha para que seja realizada uma perícia direta, além de requerer novas investigações sobre o caso que resultou na morte do animal comunitário na Praia Brava, em Florianópolis. Na segunda-feira, 09/02, as Promotorias de Justiça protocolaram o pedido no Judiciário, visando a realização de diligências complementares após análise do inquérito policial e dos Boletins de Ocorrência Circunstanciados.
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As 10ª e 2ª Promotorias de Justiça da Capital enfatizaram a necessidade de esclarecimentos específicos, especialmente sobre a possível existência de coação durante o processo relacionado à morte de Orelha. Diante disso, foi solicitada a colheita de novos depoimentos. O Ministério Público reforçou, em comunicado, que o caso ainda está em fase investigatória.
A 2ª Promotoria de Justiça determinou o restabelecimento do sigilo processual, justificando a medida pelo envolvimento indireto de adolescentes no caso. Paralelamente, a 10ª Promotoria de Justiça requereu o aprofundamento das investigações referentes a quatro boletins de ocorrência, incluindo a obtenção de vídeos que registrem supostos maus-tratos e outros registros relacionados aos cães da região.
A Justiça estabeleceu o prazo de 20 dias para a conclusão das diligências solicitadas. Após esse período, todo o material coletado será analisado pelas Promotorias de Justiça, que decidirão sobre as providências legais a serem tomadas.
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🔗 Fonte: CNN Brasil
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