A síndica do condomínio onde reside o adolescente indiciado pelas agressões ao cão Orelha, em Praia Brava, Florianópolis, relatou à Polícia Civil ter sofrido ameaças de morte e ofensas nas redes sociais após a divulgação do caso. Ela afirmou que as mensagens a deixaram com medo por sua segurança pessoal e, por isso, não pretende voltar à sua residência no momento. Acredita que seus dados pessoais foram vazados por moradores locais, inclusive por integrantes de grupos de pescadores da região.
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Entre as ofensas recebidas, foi chamada de “omissa”, “vagabunda” e “conivente”, além de mensagens com teor intimidatório, como “o seu está guardado”. Diante disso, ela informou que pretende entrar com ações judiciais contra os responsáveis pelos ataques virtuais.
Ela contou que tomou conhecimento do episódio envolvendo o cão Orelha em 6 de janeiro, um dia após a morte do animal, e imediatamente se dispôs a colaborar com as investigações. Solicitou à equipe de zeladoria do condomínio as imagens das câmeras de segurança referentes ao período entre 30 de dezembro e 5 de janeiro, que foram gravadas em pendrives para preservação. Todo o material foi entregue à Delegacia de Proteção Animal da Polícia Civil.
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🔗 Fonte: ndmais
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