Polícia Civil nega mudança na investigação da tragédia em Itumbiara


A Polícia Civil de Goiás (PCGO) divulgou nesta segunda-feira, 23/02 uma nota oficial negando qualquer alteração na linha de investigação sobre a recente tragédia que resultou na morte do secretário municipal Thales Naves Alves Machado e de seus dois filhos no município de Itumbiara, região sul de Goiás. A corporação reforçou que o inquérito permanece no mesmo escopo desde o início dos trabalhos e que novas informações só serão divulgadas após conclusão das diligências e laudos periciais.

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O caso ganhou grande repercussão no estado após a notícia de que Thales Machado, secretário de Governo de Itumbiara, teria matado seus dois filhosMiguel, de 12 anos, e Benício, de 8 — e em seguida tirado a própria vida, na madrugada de 12 de fevereiro de 2026. As mortes ocorreram no apartamento da família, e as circunstâncias levaram à instauração de um inquérito pelo Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) da PCGO para apurar os detalhes da tragédia.


A tragédia ocorreu após o secretário ter publicado mensagens em redes sociais na noite anterior ao crime, em que ele manifestava intenções suicidas e declarou amor aos filhos, segundo registros jornalísticos.

Nos últimos dias, boatos e publicações em redes sociais começaram a sugerir que a investigação poderia mudar de direção, levantando a hipótese de que a narrativa inicial — de que Machado teria atirado nas crianças antes de tirar a própria vida — poderia estar incorreta ou incompleta. Algumas versões extraoficiais sugeriam que a posição da arma de fogo, encontrada sobre o peito do secretário, poderia indicar um cenário diferente do inicialmente divulgado.


Em resposta a essas versões e especulações, a PCGO divulgou nota oficial afirmando que não houve mudança na condução do caso. A corporação reiterou que o inquérito segue no mesmo escopo investigativo adotado desde o início dos trabalhos, sem alteração na linha principal de apuração.


A nota também esclareceu que novas informações só serão fornecidas após a conclusão das diligências e dos laudos periciais, o que preserva o sigilo legal da investigação.


Agora, a PCGO continua com a fase investigativa sob sigilo, aguardando a conclusão de laudos periciais e diligências complementares, que podem trazer mais elementos técnicos ao caso. As autoridades reforçam que apenas informações confirmadas oficialmente serão divulgadas à imprensa e à população, pedindo cautela diante de rumores e versões não verificadas circulando em redes sociais.

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