Anvisa proíbe venda de Tadala Pro Max e manda recolher todos os lotes do medicamento


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição imediata da comercialização, distribuição, importação, fabricação, propaganda e uso do medicamento Tadala Pro Max, amplamente utilizado como tratamento para disfunção erétil masculina, e ordenou o recolhimento de todos os lotes disponíveis no mercado após identificar irregularidades relacionadas ao produto. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (23/02).

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Segundo a Anvisa, a decisão tem caráter preventivo e de proteção à saúde pública, pois o produto não atende às normas sanitárias e apresenta irregularidades que podem colocar em risco os consumidores. Por isso, todas as unidades de Tadala Pro Max devem ser retiradas de circulação em farmácias, distribuidores e plataformas de comércio.


A agência também determinou a suspensão da fabricação, importação, propaganda e uso do medicamento, além de proibir sua venda em todo o território nacional até que irregularidades sejam devidamente sanadas ou o produto obtenha a autorização sanitária necessária.


A mesma resolução que proibiu o Tadala Pro Max incluiu uma lista de outros medicamentos e suplementos irregulares que também devem ser recolhidos e cuja comercialização está suspensa. Entre eles estão:

  • Suplemento alimentar em pó Equalkity Body Protein Cacau;
  • Produtos de canabidiol (Soft Cann Canabidiol Broad Spectrum e Full Spectrum);
  • Natu Sec;
  • Lipoless;
  • Retatrutide;
  • Mounjaro;
  • Tirzec Lipoland;
  • Kefadim 1g (antibiótico).

A inclusão desses itens ocorre porque eles não possuem registro sanitário válido ou autorização de funcionamento no Brasil, requisito imprescindível para garantir qualidade, eficácia e segurança de medicamentos e suplementos ofertados à população.


A Anvisa orienta que quem adquiriu Tadala Pro Max ou qualquer um dos produtos listados deve interromper o uso imediatamente e procurar orientação de um profissional de saúde — como médico ou farmacêutico.

Os consumidores também podem entrar em contato com os fabricantes ou com farmácias onde o produto foi comprado para mais informações sobre o recolhimento e eventuais alternativas de tratamento. Denúncias sobre a venda irregular desses produtos podem ser feitas por meio dos canais oficiais da Anvisa, como o site da agência ou por meio de sua Ouvidoria.


Medicamentos e suplementos só podem ser comercializados no Brasil após autorização da Anvisa, que avalia segurança, qualidade e eficácia. Produtos sem esse registro ou com irregularidades podem trazer riscos à saúde dos usuários, uma vez que não passam por rigorosos critérios técnicos de análise.

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