A denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo na quarta-feira (18/03) trouxe à tona evidências de que o tenente-coronel da Polícia Militar, Geraldo Leite Rosa Neto, exigia relações sexuais da soldado Gisele Alves Santana como contrapartida para o custeio das despesas domésticas. Documentos e mensagens extraídas do aparelho celular do oficial revelam um padrão de comportamento possessivo, controlador e autoritário por parte dele, que monitorava rigidamente a contribuição financeira e emocional da vítima na relação.
🔗 Siga o grupo do MTNEWS2026 no WhatsApp
Nas conversas, Geraldo Leite Rosa Neto listava detalhadamente os gastos que arcava sozinho, incluindo aluguel, condomínio, água, luz, gás e mercado, para cobrar o que chamava de "investimento" por parte de Gisele. Em uma das mensagens, ele questionou: "Eu invisto todos os meses... e você investe quanto? Não tem dinheiro, beleza. Investe amor, carinho, atenção, dedicação, sexo.... mas nem isso você faz", demonstrando a visão distorcida que tinha sobre a dinâmica do casal.
Diante dessa pressão, a soldado Gisele Alves Santana reafirmou sua decisão de encerrar o relacionamento, declarando em 2 de fevereiro, poucos dias antes do crime: "Por mim separamos, não vou trocar sexo por moradia e ponto final". O tenente-coronel, que se autodenominava em suas mensagens como "macho alfa provedor" e tratava a esposa como "fêmea submissa", manteve essa postura até as vésperas do homicídio que motivou sua prisão.
➡️ Leia mais no mtnews2026.blogspot.com
🔗 Fonte: CNN Brasil
📱 Siga o @mtnews2026_

.jpeg)