Uma testemunha afirmou à Polícia Civil que três policiais militares mulheres entraram para limpar o apartamento onde a soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana foi encontrada baleada na cabeça, em São Paulo. A informação consta em depoimento prestado no inquérito que investiga a morte da policial, registrada inicialmente como possível suicídio e posteriormente tratada como morte suspeita.
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De acordo com o relato da testemunha, que trabalha no condomínio onde ocorreu o caso, as policiais chegaram ao imóvel por volta das 17h48 do mesmo dia do disparo, ocorrido em 18 de fevereiro. As três agentes — identificadas como duas soldadas e uma cabo — teriam entrado no apartamento acompanhadas por uma funcionária do prédio e realizado a limpeza do local onde a vítima havia sido encontrada ensanguentada horas antes.
A soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi baleada dentro do apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, no bairro do Brás, região central da capital paulista. Após o disparo, equipes de resgate foram acionadas e levaram a policial em estado grave ao Hospital das Clínicas, mas ela não resistiu aos ferimentos.
Segundo o depoimento, outras pessoas também teriam acessado o imóvel após a ocorrência, incluindo o próprio tenente-coronel, que teria retornado ao apartamento no mesmo dia para buscar pertences. O relato foi anexado ao inquérito policial e passou a integrar as investigações sobre a dinâmica do caso.
Inicialmente tratado como suicídio, o episódio passou a ser investigado como morte suspeita. A Polícia Civil de São Paulo conduz o inquérito e analisa depoimentos, imagens de câmeras do prédio e laudos periciais para esclarecer o que aconteceu dentro do apartamento. Paralelamente, a Corregedoria da Polícia Militar também abriu procedimento para apurar possíveis responsabilidades administrativas.
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🔗 Fonte: Metrópoles, g1, Fantástico (TV Globo), BNews, Diário do Centro do Mundo
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