Brasil busca diálogo com EUA para evitar que dois poderes paralelos sejam classificados como organizações terroristas


O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou articulações diplomáticas para evitar que os Estados Unidos classifiquem dois poderes paralelos como organizações terroristas. A preocupação do Palácio do Planalto surgiu após discussões em Washington sobre a possibilidade de incluir esses grupos na lista americana de Organizações Terroristas Estrangeiras.

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De acordo com reportagens da imprensa, o ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira conversou por telefone com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, para tratar do assunto e apresentar a posição do governo brasileiro. Durante o diálogo, o chanceler destacou a preocupação do Brasil com as consequências jurídicas e diplomáticas de uma eventual classificação das facções como grupos terroristas.


Segundo integrantes do governo brasileiro, os dois poderes paralelos são considerados organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas e a outras atividades ilegais, mas não se enquadrariam na definição internacional de terrorismo, que geralmente envolve motivações políticas ou ideológicas. Por esse motivo, o governo defende que o combate os poderes paralelos continue sendo tratado no âmbito do crime organizado.

Outro ponto de preocupação das autoridades brasileiras é que a classificação poderia gerar impactos na soberania nacional e na cooperação internacional de segurança, já que a legislação americana permite sanções mais amplas, congelamento de ativos e punições a pessoas ou instituições que mantenham qualquer tipo de relação com grupos classificados como terroristas.

O tema ganhou destaque no contexto das negociações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos e da possibilidade de uma visita oficial de Lula a Washington para reuniões com o presidente americano. Analistas avaliam que o debate deve continuar nas próximas semanas, à medida que os dois países discutem estratégias de cooperação no combate ao crime organizado transnacional.

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🔗 Fonte: Metrópoles, CNN Brasil, InfoMoney, Reuters, Diário do Poder, IG Notícias

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