A investigação sobre a morte da estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22 anos, teve uma nova informação nesta segunda-feira (21/09). As advogadas que representam a família da jovem informaram que a perícia descartou que Isabelle estivesse grávida quando morreu. A informação foi divulgada pelo Diário do Nordeste e por O Povo após depoimentos realizados na 2ª Delegacia da Capital, em Fortaleza.
Mais cedo, o irmão da estudante, Rafael Magalhães, havia afirmado que a família tinha recebido informações sobre uma possível gravidez a partir de dados encontrados no celular de Isabelle, que estava sendo periciado. Naquele momento, ainda não havia confirmação oficial da gestação.
Segundo as informações mais recentes, exames realizados pela perícia descartaram a gravidez. O resultado contradiz, portanto, a informação inicialmente repassada pelo irmão da jovem com base nos dados encontrados no aparelho celular.
Isabelle foi encontrada morta no dia 13 de setembro, no pátio do condomínio onde morava com o namorado, João Munhoz Neto, no bairro Aldeota, em Fortaleza. A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias da morte. João é procurado para prestar depoimento, mas as autoridades não informaram oficialmente que ele seja suspeito.
A perícia apontou politraumatismo compatível com impacto contra o solo, enquanto exames toxicológicos não identificaram substâncias de interesse. Imagens de câmeras, vestígios de DNA, dados de aparelhos eletrônicos e depoimentos continuam sendo analisados pela investigação.
Fontes: Diário do Nordeste / O Povo / UOL / Agência Brasil / VEJA / GCMAIS
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