Em depoimento prestado antes da prisão, João Munhoz Neto, de 34 anos, afirmou que estava com parentes e sob efeito de medicamentos. Segundo a defesa, o bacharel em Direito declarou estar abalado com a morte de Isabelle Caracristi, de 22 anos. A advogada Lígia Peixe disse que ele está “sofrendo com o ocorrido”.
A defesa também confirmou que João era oficialmente casado quando iniciou o relacionamento com Isabelle. Segundo Lígia Peixe, porém, ele já estava separado de fato da esposa e o casal estaria em processo de divórcio amigável. A advogada afirmou ainda que Isabelle sabia que João era casado.
De acordo com a defesa, João nega envolvimento na morte da estudante. A advogada sustenta que ele não estava no apartamento no momento da queda e afirma que a hipótese apresentada pela defesa é de que Isabelle teria caído ou cometido suicídio. A investigação, entretanto, continua sob sigilo e as autoridades ainda apuram as circunstâncias da morte.
João foi encaminhado após a prisão para a Delegacia de Capturas, em Fortaleza. A prisão ocorre enquanto a Polícia Civil reúne imagens das câmeras do condomínio, depoimentos e informações de aparelhos eletrônicos para esclarecer o que aconteceu antes da morte de Isabelle.
Fontes: UOL / Folha de S.Paulo / Portal LeoDias / CN7 / Agência Brasil
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