Em depoimento à Polícia Civil, João afirmou ter entregue R$ 14.035 a Isabelle para investimentos que, segundo ele, poderiam estar relacionados ou não a esquemas de pirâmide. Ele também declarou que Isorlanda Caracristi, mãe da estudante, teria repassado R$ 7 mil à filha para a mesma finalidade.
Segundo João, Isabelle mencionava possibilidades de ganhos elevados, que poderiam chegar a cerca de US$ 300 mil, aproximadamente R$ 1,5 milhão. Ele disse ter acreditado na proposta e afirmou ter sido “ingênuo” ao participar da operação.
A família já havia relatado outras questões financeiras. A mãe de Isabelle afirmou que a filha teria contado que João pediu seu cartão de crédito para uma cirurgia e demonstrado interesse em registrar uma empresa no nome dela.
João, porém, negou essas afirmações. Em seu depoimento, disse que nunca pediu o cartão nem sugeriu colocar uma empresa em nome de Isabelle, afirmando que as conversas estavam relacionadas a empreendedorismo e ao incentivo para que ela conhecesse a área jurídica.
🔗 Fonte: GC+
📝 Redação
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