Priscila Ribeiro, de 22 anos, é vítima de feminicídio em São Paulo — ela era amiga de Tainara Souza, morta após ser arrastada por veículo


Uma jovem de 22 anos, identificada como Priscila Ribeiro Verson, foi vítima de feminicídio na Zona Norte da capital paulista na manhã de  segunda-feira (23/02). A tragédia ganhou ainda mais repercussão porque Priscila era amiga de Tainara Souza Santos, a mulher que morreu em dezembro após ser atropelada e arrastada por um ex-companheiro na Marginal Tietê, em um caso que comoveu o país.

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Priscila foi levada já sem vida ao Hospital Municipal Vereador José Storopoli, no Parque Novo Mundo, por seu companheiro, Deivit Bezerra Pereira, de 36 anos, que agora é o principal suspeito do feminicídio. A jovem apresentava hematomas, escoriações e sinais de agressão pelo corpo, levando a equipe médica e a polícia a tratar o caso como violência de gênero.

O caso foi registrado pela Polícia Civil no 73º Distrito Policial (Jaçanã), onde o suspeito permanece preso à disposição da Justiça. No carro dele, foram encontradas marcas de sangue e outros indícios, e tanto o veículo quanto o celular foram apreendidos para perícia.

Priscila morava no bairro Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo, e trabalhava como autônoma. Segundo relatos das reportagens, ela deixa três filhos pequenos — de seis anos, quatro anos e seis meses — fruto do relacionamento com o companheiro suspeito do crime.

O feminicídio de Priscila ressoa ainda mais pelo fato de que ela era amiga próxima de Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu em dezembro de 2025 após ser atropelada e arrastada por um veículo na Marginal Tietê, em um episódio também classificado como crime de gênero e que ganhou grande repercussão nacional.

Tainara foi vítima de violência extrema praticada por um ex-companheiro na manhã de 29 de novembro, que a atingiu com um carro e a arrastou por uma avenida. Após diversas cirurgias e amputações, ela não resistiu aos ferimentos e faleceu em dezembro.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo acompanha o caso de Priscila como feminicídio, ressaltando a necessidade de apuração e responsabilização do agressor. A prisão em flagrante do companheiro dentro da unidade de saúde também sinaliza a atuação imediata das forças policiais diante de sinais claros de violência.

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🔗 Fonte: CNN Brasil/Rádio Itatiaia

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