Mães de crianças de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e atípicas, do município de Monsenhor Tabosa, que necessitam de atendimento terapêutico, voltaram a cobrar da gestão municipal o cumprimento de promessas feitas no ano passado relacionadas à oferta de Terapia Ocupacional (TO). Segundo os relatos, a primeira-dama, Adriana Gomes, esposa do prefeito Salomão, chegou a divulgar nas redes sociais que o município havia contratado uma profissional de TO, informação que posteriormente deixou de constar nas publicações, que mencionava a contratação.
De acordo com as mães, a promessa incluía a ampliação dos atendimentos, especialmente para crianças do interior e da sede do município. Elas afirmam que, embora tenha havido a contratação de outro serviço, (fonoaudióloga), com redução parcial da demanda, a Terapia Ocupacional, que seria essencial para muitos dos atendidos, não foi efetivamente disponibilizada.
As mães relatam que o prefeito Salomão havia estabelecido um prazo de 60 dias para que a situação fosse resolvida e os atendimentos regularizados. No entanto, esse prazo já teria sido ultrapassado, chegando a mais de 120 dias, sem que a TO prometida fosse implantada e sem que novas reuniões fossem marcadas para tratar do assunto.
Segundo os depoimentos, a profissional de Terapia Ocupacional anunciada seria da própria sede do município, mas o serviço não chegou a ser iniciado e a situação teria retornado ao estágio anterior, sem atendimento disponível. As mães afirmam que continuam cobrando uma resposta da gestão e a realização de uma reunião para esclarecimentos.
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