Estudo indica que genética influencia a idade do diagnóstico de autismo


O Transtorno do Espectro Autista (TEA) não apresenta um único padrão de desenvolvimento. Estudo publicado na revista Nature em outubro indica a existência de ao menos duas trajetórias distintas: uma que se manifesta desde a primeira infância e outra cujos sinais só se tornam mais claros durante a adolescência. Cada percurso está associado a um conjunto específico de variantes genéticas comuns.


A pesquisa foi liderada por Xinhe Zhan, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e acompanhou crianças e adolescentes ao longo de vários anos. Os resultados sugerem que essas diferentes fases de surgimento dos sintomas têm correspondência na composição genética dos indivíduos.


Os cientistas identificaram que certas variantes genéticas tendem a se agrupar em um fator relacionado a características observadas ainda na primeira infância. Já outro conjunto de variantes está mais ligado a dificuldades que aparecem ou se agravam na adolescência, frequentemente associadas ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e a outras condições de saúde mental. Essa descoberta destaca a interação entre fatores genéticos e etapas do desenvolvimento na forma como o TEA se expressa.


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🔗 Fonte: opovoonline

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