Uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi resgatada pela Guarda Civil Municipal e pelo Conselho Tutelar na zona sul de São Paulo, após denúncias de que ela estava sendo mantida em situação de isolamento e maus-tratos dentro da própria residência pelos seus responsáveis — a mãe e o padrasto.
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O caso veio à tona depois que a avó da menina acionou as autoridades, preocupada com o desaparecimento e as condições em que a criança vivia. Ao chegar à casa, os agentes encontraram a menina autista vivendo em condições insalubres e isolada, sem acesso adequado a cuidados básicos, o que motivou a intervenção imediata das equipes de proteção.
Segundo informações de reportagem da Record TV, a menina tinha 7 anos de idade e apresentava sinais de negligência, além de estar isolada em um espaço da casa em que praticamente não tinha contato com outras pessoas, situação classificada pelas autoridades como cárcere privado e tortura agravada.
Em decorrência da investigação e do resgate, a mãe e o padrasto foram presos em flagrante por crimes relacionados a cárcere privado e maus-tratos agravados. A dupla permanece detida e responderá na Justiça pelos atos que colocaram a vida e a saúde da criança em risco.
O resgate foi determinado após a denúncia da avó materna, que notou que a menina não era vista há dias e decidiu procurar ajuda, resultando na ação das autoridades competentes.
Após ser retirada do local, a menina passou por uma avaliação médica emergencial e foi acolhida pelas equipes do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e do Conselho Tutelar, que prestaram os primeiros cuidados psicológicos e de saúde imediatos. A criança ficará sob proteção e avaliação contínua enquanto a equipe técnica acompanha seu processo de recuperação.
O caso ganhou repercussão por envolver a situação de vulnerabilidade de uma criança com necessidades especiais que, segundo as autoridades, foi mantida em estado precário por seus responsáveis legais. Especialistas em proteção infantil ressaltam a importância de denúncias por parte de familiares, vizinhos ou membros da comunidade quando há indícios de negligência ou maus-tratos, especialmente envolvendo crianças com deficiências que dependem de cuidados contínuos.
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🔗 Fonte: Record TV / R7
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