Mães de crianças Atípicas e TEA, atendidas pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), do municipio de Monsenhor Tabosa, cobram a falta de atendimento nas comunidades do interior. As reclamações são direcionadas ao prefeito Dr. Salomão e relembram uma reunião realizada entre os meses de setembro e outubro de 2025, na qual teria sido prometido o envio de profissionais para atender as localidades rurais.
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De acordo com o relato, as mães afirmam que aguardam o cumprimento da promessa, principalmente diante das dificuldades de deslocamento durante o período chuvoso. A situação é apontada como um obstáculo para que crianças consigam chegar até o CAPS, especialmente nos casos em que os atendimentos ocorrem no período da noite.
As mães questionam quais medidas serão adotadas pelo prefeito, destacando que, além da promessa de envio de profissionais, teria sido assumido o compromisso de realizar uma nova reunião no prazo de 30 dias, o que, segundo as mães, não aconteceu. As mães afirmam ainda que não houve mudanças no cenário desde então, mantendo-se as dificuldades enfrentadas pelas famílias.
É citado que houve a contratação de mais uma psicóloga e de uma pedagoga. No entanto, a avaliação apresentada é de que as contratações não resolvem o problema principal, uma vez que o atendimento continua concentrado e não atende às necessidades das comunidades do interior.
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