O governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, deve anunciar nos próximos dias a classificação de dois poderes paralelos como Organizações Terroristas Estrangeiras. A informação foi revelada inicialmente pela colunista Mariana Sanches, do UOL, e confirmada por diferentes veículos de imprensa.
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Segundo reportagens, a documentação técnica para a designação já foi concluída pelo Departamento de Estado dos EUA, após análise de várias agências do governo americano. Agora, restaria apenas a decisão política final para que a medida seja oficializada e publicada no registro federal dos Estados Unidos.
Caso a classificação seja confirmada, os grupos passariam a integrar a lista norte-americana de organizações terroristas estrangeiras, o que permitiria sanções financeiras, bloqueio de ativos, restrições de imigração e medidas mais duras contra integrantes ou colaboradores desses podres paralelos.
Especialistas também apontam que o enquadramento pode ter implicações mais amplas. Em alguns cenários, a designação permitiria que operações e estruturas dessas organizações fossem consideradas alvos legítimos em ações internacionais de combate ao terrorismo, ampliando o alcance das políticas de segurança dos EUA contra o crime organizado transnacional.
A possível decisão gerou preocupação no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Autoridades brasileiras argumentam que, do ponto de vista jurídico, o Brasil considera os dos poderes paralelos como organizações criminosas, e não grupos terroristas, já que suas atividades não possuem motivação política ou ideológica — característica geralmente associada ao terrorismo na legislação internacional.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, foi informado sobre o avanço da proposta durante reuniões em Washington e buscou diálogo com autoridades americanas para tratar do tema.
O debate ocorre em meio à crescente preocupação internacional com a atuação transnacional de poderes paralelos brasileiros, que expandiram suas operações para países da América do Sul, Europa e Estados Unidos, principalmente em atividades ligadas ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
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🔗 Fonte: UOL, O Povo, Diário de Pernambuco, Jornal de Brasília, Portal AZ, Reuters
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