Uma funcionária contratada do município de Monsenhor Tabosa manifestou sua insatisfação com as condições de trabalho enfrentadas por profissionais da área da educação. Segundo o relato, mesmo possuindo formação em pedagogia, o valor recebido mensalmente é de R$ 1.300 para uma carga horária de quatro horas diárias.
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A profissional afirma que o salário é considerado insuficiente diante dos custos com a formação acadêmica e das demandas da função. Ela compara a remuneração com a de municípios vizinhos, como Boa Viagem e Tamboril, onde, segundo a declaração, os gestores pagariam valores superiores aos profissionais contratados, sendo que a gestão de Monsenhor Tabosa não.
De acordo com a funcionária, além da baixa remuneração, os (as) contratados (os) suspostamente não teriam acesso a direitos trabalhistas como férias e décimo terceiro salário. Ela também relata que há supostos desconto de INSS diretamente no pagamento, mesmo sem a garantia dos demais benefícios trabalhistas.
Outro ponto destacado diz respeito às despesas relacionadas ao exercício da função. Conforme a contratada, materiais utilizados em sala de aula, como folhas e itens de decoração, supostamente estariam sendo custeados pelos próprios professores (as), o que impacta ainda mais a renda mensal.
A funcionária questiona como é possível a manutenção de uma família com o valor recebido, especialmente considerando que parte do salário ainda é comprometida com gastos necessários para o desenvolvimento das atividades pedagógicas.
Por fim, ela reforça a necessidade de valorização da profissão docente, destacando que o trabalho exige dedicação e enfrenta desafios diários. A manifestação conclui com um apelo por melhores condições salariais e garantia de direitos trabalhistas para os profissionais contratados do município.
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