Servidores de Monsenhor Tabosa relatam não pagamento do PIS/Pasep após acordo firmado em assembleia no SINDSERP


Circula em grupos de WhatsApp relato de servidores municipais do municipio de Monsenhor Tabosa relatando o não recebimento de valores referentes ao PIS/Pasep, mesmo após acordo firmado em assembleia realizada no SINDSERP (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais), com a presença de mais de 100 pessoas. Segundo os relatos, ficou acordado que a Prefeitura efetuaria o pagamento correspondente a dois anos, de forma consecutiva, referentes a 2024 e 2025.


De acordo com o relato, o compromisso foi assumido publicamente e formalizado por meio de assinatura perante os funcionários presentes. Na a ocasião, estavam na assembleia Toinho Sampaio, secretário municipal, além de funcionários do fórum, como Bastião, a doutora Gisele e Jean. O servidor questionou durante a reunião a possibilidade de pagamento de dois benefícios de forma seguida, destacando que nunca havia visto situação semelhante em Monsenhor Tabosa, mas que, ainda assim, o acordo foi firmado.


Conforme o relato, no ano passado foi efetuado o pagamento equivalente a dois meses, valor que constou na carteira digital e foi recebido pelo servidor. No entanto, neste ano, nenhum valor foi creditado até o momento. o servidor afirmou que aguardou o prazo estabelecido, que seria até o dia 15/02 para os nascidos em janeiro, conforme teria sido definido na assembleia.


No relato foi informado que a Dede do sindicato (Antônia Claudino), informou que aguardava o cumprimento do prazo e que, a partir desta quinta-feira, 19/02 deverão ser apresentadas explicações sobre o não pagamento aos funcionários nascidos em janeiro. Há também a preocupação de que a situação se repita com os demais servidores nos meses seguintes.


Nos depoimentos, alguns funcionários demonstraram dúvidas quanto à viabilidade financeira do pagamento de dois anos acumulados, mencionando que, caso não haja repasse do Governo Federal, o município teria que arcar com recursos próprios, o que representaria um impacto significativo nas contas públicas. Foi citado que o valor total poderia chegar a milhões de reais, caso todos os servidores fossem contemplados.


Servidores que nasceram em janeiro afirmaram que não houve qualquer crédito em conta até o momento, apesar de informações anteriores indicarem que o pagamento ocorreria nesta data. Alguns relataram que, ao consultarem a carteira digital, não consta qualquer previsão de depósito, diferentemente do ano anterior, quando ao menos um mês apareceu informado antes do recebimento.


Diante da situação, há manifestações no sentido de que medidas deverão ser adotadas caso o pagamento não seja efetuado, incluindo a possibilidade de acionamento das autoridades competentes para esclarecimentos sobre o acordo firmado e a origem dos recursos destinados ao benefício.


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