Após a realização do Carnaval de 2026 na capital baiana — um dos maiores do mundo — as autoridades de saúde identificaram um aumento significativo no número de diagnósticos de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) entre foliões e moradores que buscaram atendimento durante e logo após a folia. Os dados preliminares apontam para quase 300 casos positivos detectados após a festa, mas especialistas alertam que o número pode ser ainda maior, refletindo subnotificações e procura tardia por testes.
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Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, a procura por testes rápidos para ISTs cresceu em torno de 60% durante o período carnavalesco em comparação com o mesmo período do ano anterior, com quase 10 mil exames realizados nos postos de saúde montados nos circuitos oficiais da festa.
Entre os resultados obtidos — que somam aproximadamente 300 diagnósticos positivos após o início das festividades — a sífilis se consolidou como a infecção mais detectada, seguida por outros agravos como HIV e hepatites, de acordo com os registros de atendimento.
Especialistas em saúde pública destacam que esse número pode ser subestimado, já que muitos foliões — especialmente os que testam negativo ou não apresentam sintomas no início — só procuram atendimento dias ou semanas após o Carnaval, o que pode levar a notificações tardias e subnotificações no total oficial.
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