Cadela morre após ser agredida dentro de apartamento em condomínio na Grande Fortaleza


Uma cadela de três anos, identificada como Rapunzel, morreu na tarde de quarta-feira, 18/02, após ser brutalmente agredida dentro de um apartamento no bairro Distrito Industrial I, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. O caso, investigado pela Polícia Civil como crime ambiental, ocorreu enquanto a tutora, a enfermeira Alyda Thalyta, de 36 anos, estava trabalhando em regime de plantão entre a noite de segunda-feira, 16/02, e a manhã de terça-feira, 17/02.

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Alyda relatou que havia deixado o animal sozinho no imóvel com a porta apenas encostada, pois familiares ou o namorado costumavam entrar para alimentar a cachorra, não imaginando que tal violência pudesse acontecer. Durante a madrugada, sentindo uma angústia inexplicável, ela pediu que o namorado verificasse o apartamento na manhã seguinte; ele encontrou Rapunzel debaixo de uma cadeira, com manchas de sangue espalhadas pela cozinha, sala e sofá, e a levou imediatamente para atendimento veterinário.


Apesar dos esforços médicos, a cadela, que havia sido adotada de um abrigo aos seis meses de idade e era descrita como dócil, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. O veterinário que a atendeu apontou sinais de violência sexual e estado grave decorrente das agressões sofridas. Alyda lamentou que o animal, que já tinha um histórico de sofrimento antes da adoção, tenha terminado a vida de forma tão cruel.


A tutora registrou um boletim de ocorrência e a Polícia Civil, junto com peritos da Perícia Forense do Ceará, esteve no local para coletar evidências. Diversas impressões digitais foram encontradas no apartamento, levantando a suspeita de que mais de uma pessoa possa estar envolvida no crime. Imagens de câmeras de segurança e depoimentos de moradores do condomínio estão sendo analisados pela 2ª Delegacia de Polícia Civil de Maracanaú para identificar os autores e a motivação.


Diante do trauma, Alyda Thalyta declarou que não se sente mais segura no local, afirmando que "lugar nenhum é seguro onde tem ser humano" e que não tem mais condições de permanecer morando no condomínio com seu filho. A Secretaria do Bem-Estar Animal de Maracanaú foi contactada para prestar esclarecimentos, enquanto as investigações seguem em andamento para elucidar o caso.


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🔗 Fonte: G1 Ceará

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