Versão completa de Kill Bill ganha data de exibição no Brasil


A Paris Filmes confirmou, na quarta-feira (28/01), que Kill Bill: The Whole Bloody Affair — a versão completa da obra de Quentin Tarantino — chegará aos cinemas brasileiros em 5 de março de 2026. Com duração de 4 horas e 31 minutos, essa edição foi lançada nos Estados Unidos em dezembro de 2025, encerrando uma espera de mais de duas décadas dos fãs pelo formato original idealizado pelo diretor.

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O filme acompanha Beatrix Kiddo, interpretada por Uma Thurman, uma ex-assassina que, após ser traída pelo Deadly Viper Assassination Squad e deixada em coma, acorda determinada a se vingar de todos os envolvidos — especialmente de Bill, seu antigo mentor e amante, vivido por David Carradine. A trama é uma jornada implacável de retaliação, repleta de referências estilizadas ao cinema de ação oriental e ocidental.


Tarantino construiu a obra com forte inspiração em filmes de kung fu, samurais, westerns spaghetti e animes, resultando no que muitos consideram sua criação mais puramente cinematográfica. Elementos como a trilha sonora marcante, as coreografias precisas e o uso expressivo de cores ajudaram a consolidar Beatrix Kiddo como uma das figuras femininas mais icônicas do cinema contemporâneo.


Essa versão integral reúne os dois volumes originais de Kill Bill, lançados em 2003 e 2004, conforme a visão inicial do cineasta. Exibida pela primeira vez em Cannes em 2004 e raramente projetada desde então — principalmente no New Beverly Cinema, em Los Angeles —, a edição agora traz melhorias narrativas, com ajustes no ritmo e na montagem que reorganizam momentos-chave da história sem interrupções artificiais.


Além da fusão dos dois filmes, há uma sequência inédita de sete minutos em anime, produzida pelo estúdio japonês Production I.G — responsável por Ghost in the Shell (1995) — que aprofunda a origem da gangue Crazy 88 com estética e dinamismo fiéis às influências nipônicas do longa. A versão também será exibida sem cortes de censura, mantendo toda a violência estilizada e o sangue em cores vibrantes, como originalmente concebido, e sem classificação indicativa imposta.


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🔗 Fonte: rollingstone

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