A defesa de dois dos quatro adolescentes investigados pela morte do cachorro Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis, pediu prudência no compartilhamento de imagens e informações sobre o caso. Segundo os advogados, os dois jovens que representam não aparecem nos vídeos que circulam nas redes sociais e que supostamente mostrariam o episódio.
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A defesa também destacou que, conforme informado pela Polícia Civil em coletiva de imprensa, não existe nenhum vídeo que comprove o momento do suposto ato de maus-tratos. Ainda segundo os advogados, a delegada responsável pelo caso, Mardjoli Valcareggi, esclareceu que tal vídeo nunca existiu, desmentindo boatos de que teria sido apagado sob coação para ocultar provas.
Por fim, os advogados reforçam que os dois adolescentes por eles representados não estão presentes no vídeo que mostra rapazes na Praia Brava. As investigações apontam que o cão Orelha teria sido agredido por um grupo de adolescentes, mas os indícios ainda estão sendo analisados pelas autoridades.
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🔗 Fonte: gcmais
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