O Supremo Tribunal Federal (STF) informou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi transferido nesta quinta-feira, 15/01, da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar do DF — conhecido como Papudinha, localizado no Complexo Penitenciário da Papuda. A decisão foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso e responsável pela execução da pena.
Bolsonaro será alocado em uma sala de Estado-Maior, idêntica àquela utilizada por Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, e Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, que cumprem pena em outra unidade semelhante. Embora o espaço tenha capacidade para quatro pessoas, será usado exclusivamente por Bolsonaro.
Moraes determinou assistência médica integral 24 horas por dia por médicos particulares já cadastrados, sem necessidade de aviso prévio, além de autorizar seu deslocamento imediato a hospitais em casos de urgência, com comunicação obrigatória ao STF em até 24 horas. Também foram permitidas sessões de fisioterapia nos horários indicados pelos médicos, desde que o profissional esteja previamente cadastrado e informe o tribunal.
O ex-presidente terá direito a alimentação especial diária, entregue por pessoa indicada por sua defesa, além de visitas semanais da esposa e filhos, assistência religiosa dos pastores Rodovalho e Thiago Manzoni, leitura, instalação de aparelhos de fisioterapia (como esteira e bicicleta), grades de proteção e barras de apoio na cama. O pedido de acesso a smart TV foi negado.
O 19º BPM, reformado em 2020, possui oito celas coletivas com cozinha, banheiro, lavanderia, quarto e sala, e abrigava 52 presos até novembro de 2025. O local oferece itens básicos de higiene e enxoval padronizados, além de televisores e ventilação. Conta ainda com sala para advogados, consultório médico com atendimento semanal e área para atividades físicas.
O Núcleo de Custódia da PMDF (NCPM) é destinado a militares estaduais com vínculo ativo, presos aguardando julgamento que possa resultar em perda do cargo e civis com direito legal à Sala de Estado-Maior, como autoridades e advogados inscritos na OAB. A unidade é fiscalizada pela Vara de Execuções Penais (VEP), responsável pelo acompanhamento das penas e condições carcerárias.
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🔗 Fonte: G1
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